Quando eu libélula no dentro
voar pra alem do sol
no pôr de muitas eras,
serei alma de borboleta,
nestas asas que me nasceu...
Era lagarta no breu,
hoje contemplo a "pastilha de limao
que dissolve problemas
alem do arco-iris".
Um dia eu vou lá,
quando eu nao for noite,
nao for caminho inacabdo,
...quando meus pés de chumbo
entardecer no lago,
serei o que fui no dentro:
borboleta azul.
Mas ainda lagarto,
coloco fim no poema.
Joíra F.
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