Surjo-me...
recém-nascida de teus braços,
nova em teus abraços.
Surjo...
bebê sem inôcencia,
trago-te minha consciencia
pecados incofessos sem penitência.
Trago-me...
criança inacabada,
cheia de culpas passadas
preciosidade triste despertada.
Dou-me...
adolescencia de rebeldia
... olhos sem magia
malícia a revilia.
Sou-me...
juventude transviada
insensatez na mala lacrada,
amores baratos
e mais nada.
Dou-lhe...
mulher de entardecer
cicatriz fechada,
feridas curadas e
peito a renascer.
Surjo-me...
recém nascida em teus braços...
Ajude-me a crescer!!!
(Joíra F.)
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