segunda-feira, 26 de abril de 2010

DE REPENTE EU

Surjo-me...

recém-nascida de teus braços,

nova em teus abraços.

Surjo...

bebê sem inôcencia,

trago-te minha consciencia

pecados incofessos sem penitência.

Trago-me...

criança inacabada,

cheia de culpas passadas

preciosidade triste despertada.

Dou-me...

adolescencia de rebeldia

... olhos sem magia

malícia a revilia.

Sou-me...

juventude transviada

insensatez na mala lacrada,

amores baratos

e mais nada.

Dou-lhe...

mulher de entardecer

cicatriz fechada,

feridas curadas e

peito a renascer.

Surjo-me...

recém nascida em teus braços...

Ajude-me a crescer!!!

(Joíra F.)

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