domingo, 25 de abril de 2010

EDIFICIL DE MIM

Sou tinta no ponto do poema

Boca deságua silencio,

Tempos de solidão,

Pedra e concreto na alma

Faço edifil de mim

E quebro...

Monto cimentos

Desperdicio de massas,

Horas de construção.

(Joíra F.)

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