
Sou do nada
filha absoluta da lua
trago momentos no ombro largo
despedaço!
Em cada novo pouso
caio de maneira dobrada
viro tinta no breu
azul na boca afoita do poema...
Sou léu, poeira, brisa
de asfalto
azeviche na alma parda
ganho asas na natureza
e subo mais uma estaçao!
Joíra F.
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