Chove
na cidade antipática.
Indiferente na noite
garoa cobre alma.
Nos bares enlatados
de gente bonita,
faz frio aos poucos
e lentamente,
goteja tristeza e
vapor de asfalto.
Tem háçito de outono
soprando boca de poema,
e adormece depois
a cidade antipática,
indiferente a quem olha
pela janela do carro.
Cheia de si
adormece mais uma vez,
bem nos meus olhos de neon.
Joíra F.
na cidade antipática.
Indiferente na noite
garoa cobre alma.
Nos bares enlatados
de gente bonita,
faz frio aos poucos
e lentamente,
goteja tristeza e
vapor de asfalto.
Tem háçito de outono
soprando boca de poema,
e adormece depois
a cidade antipática,
indiferente a quem olha
pela janela do carro.
Cheia de si
adormece mais uma vez,
bem nos meus olhos de neon.
Joíra F.
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