quinta-feira, 28 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
È NOITE NA CIDADE
Chove
na cidade antipática.
Indiferente na noite
garoa cobre alma.
Nos bares enlatados
de gente bonita,
faz frio aos poucos
e lentamente,
goteja tristeza e
vapor de asfalto.
Tem háçito de outono
soprando boca de poema,
e adormece depois
a cidade antipática,
indiferente a quem olha
pela janela do carro.
Cheia de si
adormece mais uma vez,
bem nos meus olhos de neon.
Joíra F.
na cidade antipática.
Indiferente na noite
garoa cobre alma.
Nos bares enlatados
de gente bonita,
faz frio aos poucos
e lentamente,
goteja tristeza e
vapor de asfalto.
Tem háçito de outono
soprando boca de poema,
e adormece depois
a cidade antipática,
indiferente a quem olha
pela janela do carro.
Cheia de si
adormece mais uma vez,
bem nos meus olhos de neon.
Joíra F.
domingo, 17 de abril de 2011
QUANDO ME TIRASTE DE TI

O que querias de mim???
Mal abri-me e ja me sangras...
Dou-te tua liberdade
mas nao voltes pra me buscar,
eu nao vou,
nao terei ido...
Ficarei com ilusao que me amaste um dia.
Perdeste-me qundo
insano me tiraste de ti,
Talvez me procure um dia
aqui, ali...
mas jamais em ti,
pois me retiro
ainda fechada,
orvalhada das lagrimas
que trouxeste contigo.
Adeus!
Joíra F.
Mal abri-me e ja me sangras...
Dou-te tua liberdade
mas nao voltes pra me buscar,
eu nao vou,
nao terei ido...
Ficarei com ilusao que me amaste um dia.
Perdeste-me qundo
insano me tiraste de ti,
Talvez me procure um dia
aqui, ali...
mas jamais em ti,
pois me retiro
ainda fechada,
orvalhada das lagrimas
que trouxeste contigo.
Adeus!
Joíra F.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Assinar:
Comentários (Atom)


